Qual é a frase nacional da década?

"Eu não sabia de nada"
"Relaxa e goza!"
"Estou me lixando para a opinião pública"

 
 



"Ideias que não provocam controvérsia são ideias mortas."
(Sérgio Rodrigues, jornalista e escritor)


Sobre Lula-lá - 2
Publiquei aqui, em 2008, uma crítica ao atual presidente, “Sobre Lula-lá”. Desde então, recebi e-mails de leitores ultrajados, que viam na alta aprovação de Lula um “escudo” contra críticas. Decidi que, ao término de seu mandato, voltaria ao tema, com base nesses comentários, em que também apareceram mitos criados em torno do governo. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Details
Fotografia, para mim, é a arte de nunca parar de experimentar. Neste ensaio, veremos um pequeno apanhado de meus quatro anos de erros e acertos na área. Uma aranha na teia, uma folha sobre um túmulo, faróis de ônibus... Meus experimentos com a fotografia e todos os seus detalhes. Enquadramentos, por Lucas Cavalheiro.
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Depende
Eu já a convidei pra sair a sós comigo e ela aceitou. Será que quer dizer algo?
Hum... Daí, depende.
Fomos ao cinema. Só que ela não me deu abertura. Acho que isso é ruim, né?
Não necessariamente...
Sabe, muitas vezes toco nela, e ela não me reprime.
Oh!
Etc..., por Lucas Barroso. Leia mais



Redator imprensado
Um novo atentado de homem-bomba no Iraque preencheria a secundária da página nove. O editor aguardava o texto que deveria ser espremido e engarrafado a tempo. O HD mastigava o que o jovem redator oferecia, não sem roncar zangado. As informações sobre o número de vítimas seguiam desencontradas. Algumas agências divulgavam 30 mortos, outras, 40. Etc..., por Jeison Silva. Leia mais



Discussão
Há no Brasil uma carência grande de discussão, de troca de argumentos de qualidade. Nosso senso comum não tolera opiniões fortes e contrárias a condutas nacionais e confunde debater com brigar. Mas é preciso discutir. Ideia também existe para ser questionada. Toda cultura necessita de conflito. / E ainda: o Instituto Cultural Inhotim, de MG. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Twitter não-revolucionário
Sou adepto do Twitter. Gosto dele, acho que proporciona um vasto número de possibilidades a explorar, pessoas a encontrar e informações a absorver. Dito isso, sinto-me confortável em afirmar que, ao contrário do que muito tenho escutado, não creio que a ferramenta trará qualquer tipo de revolução; nem nas relações interpessoais, nem na linguagem. Etc..., por Leonardo Schabbach. Leia mais



O propalado teatro do fim
Ouço pessimismo sobre o futuro do teatro. Não resistirá a outras formas de produção cênica, as mídias digitais o tornarão chato para o público, etc. É mesmo árduo atrair o espectador contemporâneo, que tem internet, cinema em 3D e televisores futuristas ao alcance. Mas é exagero decretar o ‘fim’. Essas ideias apocalípticas sempre caem por terra. Linotipo, com Leandro Schallenberger. Leia mais



Trinta Minutos com
o Repórter do Século

Voltamos ao elevador. A entrevista será gravada num corredor de hotel. Dentro da caixa metálica estão o entrevistador, a recepcionista e o correspondente no Vietnã. Momentos em que se vasculha a mente atrás de palavras brilhantes, das histórias mais curiosas para impressionar. Etc..., por Jeison Silva. Leia mais



Os (meus) Eleitos
Aqui vai minha lista dos cinco (na verdade, seis) filmes preferidos dos ’00s, como contribuição aos balanços da década que, presumivelmente, neste 2010, têm sido feitos ali e acolá. Mas atenção, chatos: não é uma relação dos “melhores”, e sim dos que mais apreciei e mais me provocaram reflexões. / E ainda: trechos ‘impagáveis’ de livros de Paulo Coelho. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Uma paranoia patológica
O famoso livro “Para Ler o Pato Donald”, de Ariel Dorfman e Armand Mattelard, apresenta os personagens dos quadrinhos de Disney como instrumentos de divulgação sub-reptícia da “ideologia capitalista americana”. É uma teoria conspiratória boba, que só mesmo os esquerdistas mais xiitas (e ultrapassados) podem levar a sério. Etc..., por Moziel T.Monk. Leia mais



Às vias de fato?
A atual novela internacional em volta dos planos nucleares do Irã ganhou visibilidade extraordinária no Brasil nos últimos dias. Mas a cobertura da imprensa local tem falhado ao tratar do tema. As posições dos países envolvidos na contenda devem ser mais bem esclarecidas. Há nelas mais interesses políticos e econômicos do que valores subjetivos. Redemoinho, com Flávio Aguilar. Leia mais



Poemas, sachês e camisinhas
“Será que literatura não deveria voltar a ser briga de trânsito, com reações fortes? Falta passionalidade, se importar, fazer barraco. Tá tudo muito civilizado. Isso não indica amadurecimento, mas covardia.” Entrevista com Fabricio Carpinejar, por Lucas Colombo, Flávio Aguilar e Leandro Schallenberger. Leia mais



Jaguar: aprecie com moderação
Um, dois quadros no máximo. É o espaço necessário para um cartunista fazer um estrago. E a charge pode, muitas vezes, ser bem mais contundente que um editorial completo. Pois é assim que o chargista e jornalista Jaguar fez história, com charges de humor (e entrevistas polêmicas). Etc..., por Michelle Horovits. Leia mais



Mudanças
Se no Canadá eu já dissera “dessa vez, fui longe demais”, o que dizer agora, que estou na Irlanda? Todo o continente europeu a ser explorado - diversas culturas, línguas, paisagens, pessoas... Obviamente, minhas viagens a Toronto e a Dublin ocorreram em contextos distintos, mas a razão foi a mesma: necessidade de mudança. Etc..., por Carlos Rodrigo Schönardie (de Dublin). Leia mais



Viver bem em Barcelona
A Catalunha produz hoje 25% do PIB espanhol. Tem ótimos índices sociais e é o destino mais procurado por turistas. A capital, Barcelona, é uma das cidades mais agitadas da Europa. Arte fervilha nas ruas e as atrações noturnas são modernas e variadas. Os dias de terror e miséria da ditadura de Franco parecem mesmo ter ficado para trás. Redemoinho, com Flávio Aguilar (de Londres). Leia mais



Português (politicamente) correto?
“Nessepaís”, o idioma anda tão maltratado quanto a paciência de quem acompanha política. Reclamar, porém, desperta a ira dos politicamente corretos. Para tal turma, criticar os erros de português alheios é “elitismo” – como se só ricos e diplomados falassem direito... Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Onde estão meus livros?
Muita gente não, mas eu empresto livros. A volta deles para minha casa, porém, é incerta. Não sei onde andam vários de meus exemplares. A satisfação é saber que alguém terá a mesma oportunidade que eu de mergulhar numa boa e reflexiva história. Livros devem circular. Foi por meio de um amigo, aliás, que li Tennessee Williams e Arthur Miller. Linotipo, com Leandro Schallenberger. Leia mais



Menos luz no fim do túnel
No ônibus para ir de Londres a Paris, via Eurotúnel, senti o atual contraste entre o Reino Unido e a França, no que tange ao problema social que os franceses enfrentam com os imigrantes. A maioria dos passageiros era desses imigrantes, pobres como o veículo em que estávamos. Paris é, por muitos, vivida à sombra de suas luzes e jardins. Vasto Mundo, por Flávio Aguilar (de Londres). Leia mais


Cole’s the top
Sobre Cole Porter, morto há 45 anos, muito já se sabe: teve uma vida agitada, escreveu grandes temas de musicais e filmes, compôs “Night and day”... Portanto, apenas ressaltarei aqui o prazer de se ouvir uma canção sua, pelas melodias complexas e pelas letras espirituosas, que tratam das delícias da vida - como “You’d be so nice to come home to”. Toca-disco, por Lucas Colombo. Leia e ouça


Fast food cultural
As pessoas, hoje, parecem fruir da mesma forma, e entender do mesmo modo, livros, filmes e músicas. Empurram-se para assistir a um romance adolescente como “Crepúsculo”. E se uma obra artística exigir reflexão e apreciação calma, há susto e reclamações. A discussão feita na mídia de P. Alegre sobre a validade da arte contemporânea é um exemplo. Linotipo, com Leandro Schallenberger. Leia mais


Ele é Carioca – Ruy Castro
Seus textos são bem peculiares. Sempre com uma metáfora inteligente e hilária para soltar, Ruy Castro faz referências sofisticadas ao mesmo tempo em que fornece uma torrente de informações. Tudo sem que nos cansemos ou percebamos, de tão agradável que é a leitura. O jornalista e escritor, porém, é mais conhecido por suas ótimas biografias. Etc..., por Moziel T.Monk. Leia mais


Racismo: teoria e prática
Em Londres, cidade cosmopolita, multicultural, cabem todas as raças, credos e preconceitos. O negro aqui, porém, não sofre pior tratamento do que no Brasil. Aliás, as maiores demonstrações de racismo que presenciei ou das quais tomei conhecimento nos últimos meses vieram justamente de brasileiros. Redemoinho, com Flávio Aguilar (de Londres).
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Entrevista com um brasileiro
1. Você é mesmo um brasileiro típico?
- Com certeza! Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor.
2. O que lhe faz ter orgulho do Brasil?
- Ah, muita coisa... Temos uma natureza exuberante, um povo cordial e pacífico, um cinema maduro e variado...
3. Bem, vamos por partes... O brasileiro é “cordial” em que sentido? Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais


Cultura no Underground
A impressão, ao ver os cartazes de filmes, livros, exposições e outros eventos culturais afixados nos trens londrinos, é a de que a cultura, aqui, é um mercado forte, com produtos vendidos e consumidos avidamente. São opções às quais brasileiro algum está acostumado. O Brasil, porém, têm espaço marcante entre essas várias atrações. Redemoinho, com Flávio Aguilar (de Londres). Leia mais


Iguaria musical
O Nouvelle Cuisine foi uma das melhores coisas da música brasileira nos anos 1990. Num cenário dominado pela estética do bobo ‘rock nacional’, o quinteto, que tinha o ótimo Carlos Fernando nos vocais, surgiu relendo standards do jazz (como “Embraceable You”) em arranjos suaves e minimalistas. Sucesso de crítica, merece que o relembremos aqui. Toca-disco, por Lucas Colombo. Leia e ouça


Nostalgia
O fotógrafo Marco A.F. apresenta, neste ensaio, um recorte nostálgico de uma cidade que existe somente em sua imaginação. As imagens em preto e branco foram obtidas com uma câmera de plástico Holga e filmes 120mm com o prazo de validade expirado. Nostalgie-se. Enquadramentos, por Marco A.F.
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A bola da vez?
Ainda não ouvi, neste país tropical, uma opinião contrária à realização da Copa do Mundo de 2014. A aclamação parece unânime. Criticar o evento talvez dê motivo para linchamento em praça pública, mas sou obrigado a apresentar minhas ressalvas. Em especial, sobre a insinuação de que a Copa pode melhorar a infraestrutura do país. Linotipo, com Leandro Schallenberger. Leia mais


Obama e Lula, nada a ver
Como todo clichê, essa ideia de que Obama é “o Lula americano” não resiste a uma análise mais aprofundada. São várias as diferenças entre eles. Obama cursou universidade, conhece bem a História de seu país, foge a dicotomias, não disse uma coisa a vida toda para chegar ao poder e fazer outra, admitiu que errou na escolha de ministros... E Lula? Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais


O Manifesto Sabe-Tudo
O problema do Brasil é que as pessoas têm nojo de gente sabida. Gente pedante. Não querem nem de longe ser vistas como parte dessa laia. Deus me livre e guarde de ser um sabe-tudo. Desconhecer é o novo preto. É daí que vêm, e é assim que se perpetuam, o voto errado, o ciclo de pobreza, a falta de oportunidade, o poder paralelo, a Lei de Gérson... Etc..., por Fabiano Schüler. Leia mais


Todos os gadgets do presidente
Pela primeira vez na História, um chefe de estado, Obama, mostra interesse real em quebrar um paradigma entre governantes e governados: substituir os monólogos midiáticos por diálogos, sobretudo através da web. A migração da Casa Branca 1.0 para a 2.0, porém, pode ser traumática. Etc..., por Leandro Demori. Leia mais


Muitas conexões
“Obama é o homem certo para estes tempos terríveis, mas ricos em oportunidades históricas. Os americanos e o resto do mundo devem se orgulhar da eleição dele. A tarefa agora é não ficar deslumbrado e julgá-lo por seu desempenho presidencial. Seu governo está em uma enrascada devido à grave crise econômica.” Entrevista com Caio Blinder, por Lucas Colombo. Leia mais


Tipo raro
“Machado de Assis leu o Brasil como ninguém. Era monarquista, mas abolicionista e democrático. E mostrou como a alma brasileira vive num Fla-Flu eterno, como um adolescente romântico. Ele não aprovaria Lula. Veria no atual governo o mesmo velho problema brasileiro, a cultura oligárquica.” Entrevista com Daniel Piza, por Lucas Colombo. Leia mais


Viagem ao interior da China
Durante o rigoroso inverno chinês, fiz uma viagem de 12 dias pelo que chamo de “núcleo-duro” da China. Trata-se da região sentido norte-sul, entre os rios Amarelo e Yangtze. Saindo de Pequim, embaixo de neve, iniciei o roteiro por Beijing, com uma visita ao Parque Jingshan, situado atrás da Cidade Proibida. Vasto Mundo, por Márcia Schmaltz (de Pequim).
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“O Segredo” é estelionato
Essa tal “lei da atração”, consubstanciada no livro e no filme “O $egredo”, é uma enorme picaretagem para tirar dinheiro de otários. Felizmente, há blogueiros que se dão o trabalho de fazer uma apuração mínima para desmascarar a aura científica disso tudo. Este texto partiu da curiosidade em saber quais eram os pesquisadores sérios emprestando seus nomes a um estelionato. Etc..., por Marcelo Träsel. Leia mais


À luz de Lampião
Você ainda duvida de que Lampião existiu? De que Maria Bonita, Corisco e toda a sua trupe andaram mesmo pelo nordeste brasileiro nos anos 20 e 30 do século passado, cortando cabeças e fazendo justiça à sua maneira? Pois o livro “Cangaceiros” escancara a veracidade desses fatos. Telescópio, com Deise Martins.
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