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“A aceitação de qualquer disciplina política parece ser incompatível com a integridade literária.” (George Orwell)


Por que ir às “Raízes”
Neste 2016 em que completa 80 anos, Raízes do Brasil continua, como todo clássico, a nos ajudar a entender quem somos e onde estamos. Tão perceptível ultimamente, nosso caráter extremado, que faz mesmo os debates mais inocentes virarem questão de honra pessoal, advém da “cordialidade” que Sérgio Buarque identificou no brasileiro. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Os Idiotas
O mundo está infestado. Segundo consta, é a maior epidemia de idiotice de que se tem registro. Então, um dirigente eleito num pleito confuso, repleto de regras idiotas, teve a ideia de emoldurar suas fronteiras, para impedir a chegada de idiotas vindos de fora de seus domínios. Foi assim que se construiu um muro. Mas não é simples conter o ímpeto dos idiotas. Etc..., por Lucas Barroso. Leia mais



Cinema à moda da casa
Como escreveu Paulo Francis, roteiro fraco, personagens planos e demagogia política são sintomas de não saber “fazer cinema”, ou, vá lá, de fazer insuficiente. Tudo começa com ideia de personagem e trama, e, se o começo é precário, o fim geralmente o é também. “Hoje eu quero voltar sozinho” (2014) e “Que horas ela volta?” (2015) provam isso. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Diálogos
- O que você vê neste desenho?
- Sinceramente, parece um quadro do Romero Brito. - Ok. Agora, vamos para a parte em que a empresa precisa saber se você é de direita ou esquerda. - Só quero trabalhar, não vejo necessidade... - Sou só um funcionário do RH. Posso seguir a entrevista? - Desculpe. Pode, sim. - Você curte os textos do Gregório Duvivier? Etc..., por Lucas Barroso. Leia mais



Vitória da hipocrisia
Querer o aprimoramento das condições básicas de vida dos cidadãos, em vez de maquiar a casa para os convidados, é um pecado imperdoável. Varrer a sujeira é a conduta que deve ser adotada. Nas duas semanas de Jogos Olímpicos, parecia proibido apontar a realidade do Brasil disfuncional porque tinha visita na sala. Letra A, com Rafael Fais. Leia mais



Quarteto em sol menor
Ivan Ilitch, de Tolstói, Willy Loman, de Arthur Miller, Pestana, de Machado de Assis, e Castelo, de Lima Barreto, simbolizam questões sombrias da vida profissional de muita gente. Têm com seus ofícios uma relação negativa, eivada de sentimentos e propósitos não muito alenta-
dores: manter aparências, ganhar poder e fama ou abafar frustrações. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Luta contínua
A morte de Muhammad Ali me fez voltar a “A luta”, o livro-reportagem de Norman Mailer, que me trouxe perguntas: em quantos temos de nos desdobrar para dar conta de escrever jornalismo, nesta época em que a atividade parece estar em travessia (de um ponto conhecido para... onde?)? Vamos mantê-la com os pés no chão enquanto os dados estão nas nuvens? Letra A, com Rafael Fais. Leia mais



Notícia de um sucesso
O Rodrigo Nassif Quarteto tem feito concertos em várias cidades brasileiras, especialmente de SP e RS, para plateias cheias, e seu disco “Todos os dias serão outono” (2015) chegou a liderar os mais vendidos da iTunes Store, na categoria Instrumental. Quem disse que não há público para esse tipo de música? Nassif nos encontrou para uma entrevista. Toca-disco, por Lucas Colombo. Leia e ouça



Festival de Besteiras que Assola o País - 2016
O Febeapá (copyright Stanislaw Ponte Preta) já é, naturalmente, prolífero. Em tempos de crise, multiplicam-se mais ainda as atrações. Vamos a elas: “impeachment é golpe”, “só perseguem o PT; a direita e a oposição, não!”, “Lula é perseguido porque ajudou os pobres”... Especial Terra em Transe, com Lucas Colombo. Leia mais



Princípio de corrupção
Qual a novidade neste novo episódio da política brasileira? Esta: nunca se inves-
tigaram e condenaram tantos desvios de conduta e de dinheiro cometidos por políticos e empresários. O roubo sempre foi contumaz, faltava era comprovação. Ou você pensava que os impostos que tanto paga são destinados somente à edificação do país? Especial Terra em Transe, com Leandro Schallenberger. Leia mais



Noturno em Brasília
Rodando por Brasília em sua Ferrari, Collor imagina como seria o país se existissem as tais redes sociais em 1992. Imagina, em pleno movimento “Fora Collor”, uma passeata com a chamada Não Vai Ter Golpe. Em seu delírio, também imagina a maioria dos intelectuais e artistas unidos por sua permanência. Ele sempre gostou da Letícia Sabatella... Especial Terra em Transe, com Lucas Barroso. Leia mais



Longo tempo de Quaresma
É uma coincidência rica que “Triste Fim de Policarpo Quaresma” complete cem anos logo agora. O livro não poderia estar mais atual. O espírito dos brasileiros de hoje está ali, representado pelo major Quaresma, patriota ardente que, no decorrer da história, vai se frustrando com o Brasil – processo similar ao que vimos acontecer nos últimos anos. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Não há rei no Brasil
Assistir a “Chatô, o rei do Brasil”, neste 2015, é fazer um exercício de constatação e de contextualização. A história do empresário de mídia que trouxe a TV ao Brasil oferece, hoje, uma oportunidade de refletir sobre nossos hábitos de entronizar e endeusar celebridades e até perdoar abusos de profissionais de talentos duvidosos, e mesmo os comprovados. Letra A, com Rafael Fais. Leia mais



Contra os clichês
“Por que é raro ficção brasileira entrar nos Mais Vendidos? Ninguém aqui faz o que o John Green faz, por exemplo. Lidar com um tema como o câncer com simplicidade. Nós ainda somos pretensiosos. E literatura mais elaborada é vista pelas pessoas como algo rançoso. Só leitores vocacionados se aventuram em livro de autor brasileiro.” Entrevista com Cíntia Moscovich, por Lucas Colombo. Leia mais



O abismo que nos habita
O filme turco “Era uma vez na Anatólia” é tecido com o esmero e a sutileza de um tapete. Cada ponto marcado com precisão e relacionado com os pontos adjacentes, sempre em continuidade com as figuras maiores da tapeçaria, as quais retornam em cada ciclo da narrativa. Seus personagens se movimentam num insólito terreno de acasos. Etc..., por Muriel Paraboni. Leia mais



A essência da arte
Vivian Maier foi um mistério. Suas belas fotos de cenas cotidianas de Chicago, Nova York e Los Angeles nos anos 50 e 60 só ganharam visibilidade após sua morte, em 2009, aos 83 anos. Passou pela vida de muitas pessoas, por trabalhar como babá, mas não contava a ninguém sua história, nem mostrava suas fotos. Vivian foi artista mesmo sem “viver” de arte. Etc..., por Lucas Barroso. Leia mais



Nova mídia, velhos hábitos
Com maior ou menor drama, conforme os casos, a maneira de fazer jornalismo está mudando. A força da internet pegou de surpresa a imprensa mundial, sem deixar opção: continuar como antes dela não seria mais possível. A maneira de fazer política é que parece resistir no Brasil, indo de encontro ao coerente, mas ainda vacilante, clamor público por mudança. Letra A, com Rafael Fais. Leia mais



A linguagem do rio
Com a mesma vitalidade que lhe escancarou a carreira com “Acossado” (1959), Godard oferece agora, em “Adeus à linguagem”, um olhar lúcido e poético sobre o tempo em que vivemos, tendo como motivo os altos e baixos na relação de um casal. Supera-se ao desdobrar de vez o que sempre foi seu principal ponto de partida e de chegada: a linguagem. Etc..., por Muriel Paraboni. Leia mais



Ativismo é a segunda pauta
Muitos artistas, com milhares de “seguidores”, não usam suas páginas, ou usam pouquíssimo, para falar sobre arte. É lamentável que eles, num país onde os meios de divulgação de cultura são raros, percam tanto tempo com temas sociais e políticos, para os quais, na maioria dos casos, há especialistas de maior bagagem. Só “causas” interessam aos seus públicos? Etc..., por Lucas Barroso. Leia mais



Las ventanas
“Da janela lateral do quarto de dormir/ Vejo uma igreja, um sinal de glória/ Vejo um muro branco e um voo pássaro...” Janelas de casas e prédios (e até de um templo), na maioria de cidades do interior do Rio Grande do Sul, aparecem neste ensaio, mistura de fotografia de arquitetura e fotojornalismo. Enquadramentos, por Emerson Machado. Veja mais



TV Excelência
Mad Men terminou como um título fundamental da atual grande fase das séries de TV americanas, muitas superio-
res aos filmes que Hollywood tem feito. Qual toda obra complexa, a história de Don e dos que o rodeiam pode ser apreciada de vários ângulos. Do ponto de vista formal, sobressaem-se os personagens ambíguos e os diálogos. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Operação Questionar
Entrevista sem contestação é release, e o que noto nas poucas e breves vezes em que, nestes tempos de crise, Dilma atende a repórteres é justamente a inabilidade deles em formular perguntas incisivas e incômodas. Sugiro aqui, portanto, questões para a próxima ocasião em que os colegas a encontrarem. / E mais: filmes Boyhood e Relatos Selvagens. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



O cinema e a guerra
Personagem real, guerra real, eis o caminho estreito pelo qual Clint Eastwood decidiu se meter a essa altura da carreira. Como abordar um herói inconteste numa guerra que foi de mentiras? Como tomar o assunto em profundidade dentro do esque-
ma de Hollywood? “Sniper Americano” é o resultado acidentado dessa tentativa, encerrando os seus acertos e fraturas. Etc..., por Muriel Paraboni. Leia mais



Que crítica?!...
No Brasil não há crítica de arte, só de artistas. Não há análise, desmontagem e apreciação reveladora de obras, só “sacação” de significados. A breve história do indivíduo é sempre posta acima da longa história da linguagem. Os soluços, acima das soluções. O chamado jornalismo cultural se resume a conteudismo, “explicação”. Etc..., por Carlos Fernando e Frederico Barbosa. Leia mais



Eu, você, nós dois
Se os países e gêneros musicais dos dois são diferentes, suas trajetórias e as características de suas obras não são. Tom Jobim e Astor Piazzolla têm vários pontos em comum. Morto há 20 anos, o brasileiro, como o argentino, aliou a formação ‘erudita’ ao gosto por música ‘popular’, compôs trilhas sonoras marcantes e sofreu críticas insensatas. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Centenário da independência
Maior pintor brasileiro, Iberê Camargo jamais quis agradar ao público ou a seus pares, nem aderir ao que era “moda” na arte. Foi, sobretudo, um espírito indepen-
dente. Em sua trajetória, nunca se vinculou a um movimento ou grupo, postura rara no nosso cenário cultural. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Arte não é corrida
Há artistas que buscam insanamente uma aprovação. E deixam sua ambição estética de lado ou a direcionam para um simples agradar o maior número de pessoas. Um exemplo atual são os programas de TV em que cantores disputam quem é o “melhor”. O que faz um suposto artista buscar esse “título”? E, pior, alguém crer que esse prêmio valha algo de verdade? Etc..., por Lucas Barroso. Leia mais



O realismo do instinto
“Bem-vindo a Nova York” tem abordagem similar aos últimos filmes de Abel Ferrara ao investigar a natureza da realidade, ou das imagens dela cotejadas com suas versões. E a realidade, aqui, é o rastro deixado pelo caso Strauss Kahn através da mídia, partes de imagens e de discursos de consistências várias que são o único meio de aproximação com a origem dos fatos. Etc..., por Muriel Paraboni. Leia mais



A dama canta o blues
O que escrever sobre a fabulosa Billie Holiday, nos 55 anos de sua morte? É impossível não elogiar o timbre prontamente reconhecível, a grande capacidade de expressar emoções através do canto, a sensualidade. Sua voz é rascante e anasalada, mas flexível e quente. E por ela passaram os grandes compositores americanos. Toca-disco, por Lucas Colombo. Leia e ouça



Mickey é um rato limpinho?
Como não pensar que a ação do grupo de humor contra a mutilação de meninas pode ter sido feita só para promover a marca de brinquedos sexuais ou o próprio grupo? E se a campanha da ONG contra a homofo-
bia promoveria mais a liberdade de afeto ou a própria ONG e a agência envolvida? Não fazer essas perguntas é como achar que todo rato é limpinho feito o Mickey. Letra A, com Rafael Fais. Leia mais



(Não) Gostar de futebol
Muitas vezes me indagaram: como seu filho não gosta de futebol? Essa pergunta parecia uma acusação de um forte desvio de conduta social, algo contra os princípios e costumes da sociedade. Imagine, no país da bola, na terra do rei Pelé, de arrebatados torcedores, alguém ousar ignorar o monopólio esportivo chamado futebol! É, no mínimo, loucura. Linotipo, com Leandro Schallenberger. Leia mais



Memórias sem cárcere
Domingos Pellegrini faz, em “Minhas lembranças de Leminski”, uma viagem intensa por esse mundo abstrato e incerto que ele transforma em texto. Em cada reminiscência das saborosas histórias que viveu com o poeta, tenta capturar o gesto do amigo, seu jeito de falar, sua verborragia talentosa e carismática e suas opiniões sobre vários assuntos. Letra A, com Rafael Fais. Leia mais



Ética a Internauta
O que se tenta fazer aqui é discutir (não responder de modo absoluto, é claro) algumas ideias feitas e atitudes que povoam a internet, com base em noções de ética e nos próprios bom senso e lógica, valendo como uma recomendação de parcimônia diante do teclado do computador. A ênfase é em tópicos políticos e culturais. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Bibliotecas pessoais
Viver entre livros, entre centenas, milhares. Viver por causa dos livros, para eles, perdido ou organizado entre eles. Perdido? Organizado? Como? Eis um ponto explorado por Jacques Bonnet, francês bibliófilo e curioso tanto a respeito de suas motivações como das de outros colecio-
nadores: o que leva alguém a ter uma biblioteca. São numerosas as respostas. Etc..., por Helena Terra. Leia mais



Geografia
– Vocês percebem? – perguntou, olhando para todos, mas, ao mesmo tempo, não admirando ninguém. – Vocês, realmente, percebem? Sabem do quê estou falando? – esperou que surgisse uma réstia de mudez, que quase nasceu; entretanto, desistiu, entregou-se aos burburinhos incessantes. – Ah, mas ninguém é feliz, de fato. A felicidade é uma utopia. Etc..., por Lucas Barroso. Leia mais



Casa
Este ensaio surgiu a partir de um exercício de reflexão sobre o tema “casa”. Como sintetizá-lo, fotográfica e imageticamente? Era um desafio demonstrar, de modo singular e, ao mesmo tempo, objetivo, o que representaria minha casa. Buscar a essência era o fundamental. Acabei encontrando-a, enfim, ao abrir minhas gavetas. Enquadramentos, por Marcelo Donadussi. Veja mais



Chet
O melhor modo de homenagear Chet Baker nestes 25 anos de sua morte é, naturalmente, constatar sua excelência musical ouvindo-o. Valem como reforço a esse convite os tópicos abaixo, sobre vida e obra do jazzista. Cada um está representado pelo título de um tema instrumental ou canção do repertório dele. Palimpsesto, com Lucas Colombo.
Leia mais



Nem mesmo o amor
A vida como processo de maturação, a maturação como um caminhar para a morte. Frustra-se quem procura em “Amor” qualquer conforto mágico ou moral. Michael Haneke é honesto consigo próprio e com o tema que o escolheu: a morte não faz concessões. Então como confrontar essa áspera verdade quando despidos das nossas ilusões? Etc..., por Muriel Paraboni. Leia mais



O tempora, o mores
Quem critica os costumes pasteurizados atuais e valoriza mais elegância, espírito e autenticidade é tachado de careta ou patrulheiro, mas Paulo Francis tinha razão: a maior patrulha é a da mediocridade. Ele, aliás, muitas vezes se referia à peça “O Rinoceronte”, de E. Ionesco, metáfora do pensamento de manada, ao apontar contra o senso comum. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Reis magos Blues
Enquanto os católicos deste país discutem, com muita urgência e necessidade, se Deus é brasileiro, já que o papa é argentino, os adeptos da religião pagã do blues mantêm-se tranquilos, certos da procedência de seus líderes na Terra. Na Igreja de Eric Clapton dos Santos dos Últimos Acordes, há também três reis magos: B.B., Freddie e Albert King. Toca-disco, por Moziel T. Monk. Leia e ouça



Reunião de cúpula
Entre os piores fatos de 2012 no Brasil, estão as mortes de pessoas que contribu-
íam para deixar o país menos burro, como Millôr. Ele se foi, justamente, no ano em que se lembrava dos também grandes Paulo Francis (15 anos de morte) e Nelson Rodrigues (100 anos de nascimento). Pois eles têm obras e vidas que se aproximam em vários aspectos. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Ensaio sobre o Facebook
Que história pensamos escrever no Face, enquanto a nossa real acontece na aspereza das relações cara-a-cara, sem a facilidade de excluir pessoas que não somem da nossa vida como somem do perfil? Quem não conheceu o mundo sem web corre o risco de crer que a grandeza de um ser humano pode ser medida pela aceitação ou rejeição numa rede social. Letra A, com Rafael Fais. Leia mais



Kubrick - final
Treze anos depois da sua morte, Kubrick, como todo autor de uma obra clássica, ainda desperta curiosidade e gera discussão. Criações suas como “2001 – Uma Odisseia no Espaço”, “Barry Lindon”, “O Iluminado” e “Nascido para Matar”, notáveis pela criatividade e refinamento técnico, mostram seu comprometimento com o fazer e pensar o cinema. Linotipo, com Leandro Schallenberger. Leia mais



Diálogos da Corte
Francis: We belong to a time when Brazil was a civilized country. / Nelson: O Brasil é incrível. O problema são os idiotas. Nas horas de crítica à pátria, você vira um cretino fundamental. / Francis: E com esse ufanismo você vira um subdesenvolvido. Mais pobre o país, mais nacionalista. / Millôr: O Brasil é um filme pornô com trilha de bossa nova. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Roth, o maior escritor
Considero Philip Roth o mais forte escritor da atualidade. Sua grande literatura me prende desde que, há anos, li o polêmico “Complexo de Portnoy”, de 1969. Nos também marcantes “O Animal Agonizante”, “Homem Comum” e “Indignação”, os quais lançou na última década, trabalha o tema da doença e da morte, tornado o principal de sua obra recente. Palimpsesto, com Lucas Colombo. Leia mais



Mãos de prosa
“Vivemos num mundo saturado de narrativas. Hoje, a própria vida cotidiana, íntima, quando nas redes sociais, vira uma história. Parte do papel que a literatura cumpria tá mesmo ocupado por cinema, TV, web... tudo é narrativa. O interessante é ver como a literatura tem reagido a isso.” Entrevista com Daniel Galera, por Lucas Colombo, Flávio Aguilar e Leandro Schallenberger. Leia mais



O uso crítico do senso crítico
Isso talvez seja novidade para muitos que debatem no Twitter ou em blogs: fechar-se numa igrejinha ideológica e lançar suspei-
tas de conspirações e intenções macabras sobre quem discorda ou questiona a teologia da sua seita particular não é exercer o senso crítico. É abster-se dele. Etc..., por Carlos Orsi. Leia mais